quarta-feira, 28 de julho de 2010

O que é Lian Gong?











Lian Gong (pronuncia-se lin kun) é uma série de exercícios baseados nos trabalhos do médico chinês
Zhuang Y. Ming. Surgiu, segundo Maria Lucia Lee (1) , como um dos primeiros sistemas de prática corporal que, mantendo como base os princípios das milenares artes corporais chinesas, incorporava também os modernos conhecimentos da fisiologia ocidental.












Maurici TF Santos é instrutor de Lian Gong desde 1994. Aulas para grupos em Instituições, Condomínios ou Universidades.




1. Lian Gong em 18 terapias. Maria Lucia Lee. 5a edição. São Paulo. Pensamento, 2006.

Indicações da Acupuntura

Clínica & atendimento em grupo

por Maurici Tadeu Ferreira Santos*




  • Acupuntura sistêmica:

Cuidado e atenção ao exame dos pontos. Utilização do "pulso" como indicador de sinais. Bom senso na conduta e diagnóstico, considerando a biomedicina ocidental e a tradição Chinesa. Uso prudente e seguro de agulhas nos meridianos corporais.



  • Acupuntura Auricular:

Utilização deste microssistema para colocação de pequenas agulhas como estímulo à capacidade de cura do organismo.



  • Método Do-In

Também chamado de Acupressão, substituindo as agulhas. Reflexologia no microssistemas dos pés.


  • Shiatsu


  • Ventosa:

Uso de adequada instrumentação, que produz pressão negativa sobre a epiderme.


  • Eletroterapia:

Uso de eletro-estimulação transcutânea junto a Acupuntura. (Eletroacupuntura).

  • Lian Gong

Por fora, fortalecer tendões e músculos; por dentro fortalecer o Qi. Lian Gong é uma prática desenvolvida na década de 1970 por Zhuang Yuen Ming. Segue as origens milenares do Tai Chi, incorporando as práticas corporais tradicionais ao conhecimento da fisiologia.

Faça 10 minutos diários e comprove sua eficiência e eficácia!



Indicações da Acupuntura:

Dores em geral, disfunções musculoesqueléticas, distúrbios do movimento e da motricidade.


Cuidados e Segurança:

Agulhas individuais e descartáveis

Concepção integralista do organismo

Clínica de fácil acesso - duas quadras do Metrô Paraíso

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Afinal, qual é o princípio da Acupuntura?








A Acupuntura é uma arte tradicional dos "povos do meio", digamos, os chineses.
É baseada no princípio de que a vida é uma polaridade dinâmica. Esta concepção dinâmica da vida mostra que existe uma polaridade intrínseca em nossa formação, constituição e consciência.
De um lado as essências chamadas Yin e de outro as chamadas Yang.
A vida cuida de estabelecer relações das quais nos alimentamos e conduzimos, integrando estas duas essências primordiais e portanto expressando quaisquer modos de vida intermediariamente entre os opostos.
Segundo a tradição, nada é Yang ou Yin de forma absoluta. Cada elemento da vida possui ambas características. Alguns expressam mais uma forma, destacando uma porção preferencial o que significa excluir a porção complementar.
A energia celestial ou a que vem de cima é considerada predominantemente Yang. A que vem da Terra é predominantemente Yin. O ser humano está entre estes dois polos de forma a integrar as duas energias na região abdominal.
A percepção de estar saudável ou não vem do equilíbrio entre estas duas forças na região da barriga. Por isto os chineses darem tanto valor a esta região chamada de "campo cultivável".
A Acupuntura, por meio da investigação dos pulsos, pode encontrar a situação do estado desse equilíbrio em termos dos 12 meridianos principais que existem em nosso corpo.
Como intermediários entre o céu e a terra, dividimos equitativamente as energias nutridoras e defensivas e ancestrais nestes canais energéticos que percorrem nosso organismo.
Os pulsos reveladores mostram na mão direita os meridianos do pulmão, intestino grosso, baço, pâncreas, estômago, circulação e sexualidade. Do lado esquerdo revelam o coração, intestino delgado, fígado, vesícula biliar, rim e bexiga.
Existe ainda um quarto pulso relacionado aos estados psíquicos e emocionais.
Mas os chineses não dividiam corpo e mente e nem nosso organismo em órgãos.
Damos estes nomes aos meridianos mais para aproximar um sincretismo ocidental do que para reduzir as energias em funcionalismos e especialidades. Quero dizer, damos estes nomes para aproximar o conceito chines (oriental) ao nosso. Nós tendemos a ser mais racionais e portanto analíticos. O pensamento da tradição da acupuntura exige uma reflexão de síntese.
Parece que ser sintético, às vezes, é muito mais difícil do que ser analítico.
Como não existe o conceito de "especialidades", não existe acupuntura renal, cardiológica, dermatológica, por exemplo.
O organismo é entendido como uma totalidade orgânica e está em constante relação com o meio em que vive.
Tratar um problema de pele, muitas vezes não mostra resultados se não incluirmos a essência do pulmão, por exemplo, ou vice versa.
Não existe tratamento em acupuntura sem que haja adesão da pessoa à cultura dinâmica que a própria acupuntura repousa, isto significa que falar em acupuntura é falar em relação fenomenológica com o meio ambiente, com os estilos de vida; as preferências e as exclusões. Em outras palavras: as escolhas que fazemos.
Portanto alimentação, respiração, contato com a natureza, percepção do meio, pensamentos, ações, movimentos são todos elementos essenciais para compreendermos e vivermos com mais qualidade, atentando para nossos modos de caminhar a vida.
O fato de sermos diferentes quanto ao gosto por um determinado padrão alimentar não nos fazem anormais. Mas é preciso entender que a falta ou exagero de algo, até de água, determinam resoluções que nosso organismo opta em favor da vida. Não existe saúde perfeita. A saúde é a capacidade que temos de engendrar modos e normas que, quando aplicadas de forma justa, trazem sensações e percepções gratificantes e positivas.

Abraços fraternos.

Maurici TF Santos

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Meditação Nadabrahma











Semana passada falamos dos princípios da meditação Nadabrahma. Hoje vamos passar os estágios para meditação conforme ensinamentos de Osho, observados no livro que referenciamos na nota passada¹.

O primeiro estágio consiste em você sentar-se em uma posição relaxada, com seus olhos e seus lábios cerrados. Comece a emitir um som para criar uma vibração em todo o seu corpo. Se quiser, visualize um vaso ou um tubo vazio, preenchido apenas com as vibrações desse som. Haverá um ponto em que o som continuará por conta própria e você se tornará o ouvinte. Não é necessário fazer nenhuma respiração especial e você pode alterar o tom ou mover seu corpo suave e lentamente caso queira. Recomenda-se levar neste estágio aproximadamente 30 minutos.

O segundo estágio é dividido em duas sessões. Imagine fazer este exercício em aproximadamente 15 minutos, ou seja, 7 minutos cada sessão. Na primeira sessão, mova as mãos, palmas para cima, fazendo um movimento circular. Começando no centro do abdomem, cerca de quatro dedos abaixo do umbigo, as duas mãos devem mover-se para a frente e depois separar-se, fazendo dois círculos largos que se espelhem à esquerda e à direita. O movimento deve ser tão lento que em alguns momentos pareça não haver movimento algum. Sinta a energia fluindo de você para o Universo.

Na segunda sessão, após sete minutos, vire a palma das mãos para baixo e comece a movê-las na direção oposta. Agora, as mãos irão aproximar-se ao chegar perto do centro do abdomem e irão separar-se, fazendo um círculo para fora na direção dos lados do corpo. Sinta a energia entrando em você.
Assim como no primeiro estágio, não reprima eventuais movimentos suaves e lentos do restante do corpo.

No terceiro estágio, sente-se ou deite absolutamente quieto(a) e imóvel.
Se você quiser pode adquirir o livro que vem com um CD e traz as músicas que acompanham a meditação.
Caso contrário coloque uma música bem calma e relaxe por aproximadamente 15 minutos.

Não é tão difícil assim, não é?

Abraços fraternos e até nosso próximo encontro.



¹ Aprendendo a silenciar a mente. Osho. 3a edição. Sextante, Rio de Janeiro.2002. Pgs 107,108,109.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Meditação: aprendendo a silenciar a mente.










Instruções para meditação Nadabrahma. Capítulo 1.

Seguindo algumas observações que fizemos em tópicos anteriores sobre respiração abdominal, agora vamos repassar algumas instruções para a meditação Nadabrahma. Todos estes conceitos tem como objetivo o relaxamento, a serenidade e a atitude justa e tranquila.

Mas antes, gostaríamos de dizer que meditar é ficar em silêncio...silenciar a mente. Procure um lugar mais calmo possível, se puder. Veja se há alguma praça tranquila ou mesmo em casa, num quarto...com pouca luz e com o menor barulho ou ruído possível. Isto serve para, principalmente os iniciantes, concentrar-se no estado de consciência meditativa, pois a tendência é sempre se deixar levar por um som, barulho ou pensamento. A mente é muito tagarela.
Na verdade, a meditação pode ser feita em qualquer lugar e a qualquer momento. Mas para os iniciantes, é recomendável começar com um ritual mais adequado como o apontado.

A meditação Nadabrahma é uma das meditações possíveis. Existem outras variadas maneiras de se meditar. E o mais importante: não se paga nada e nem a ninguém. Temos a liberdade de meditar quando quisermos e onde quisermos e da forma que quisermos.

Nadabrahma é uma antiga técnica tibetana, originalmente praticada nas primeiras horas da manhã, conforme nos ensina Osho¹. Pode ser praticada a qualquer hora do dia, a sós ou acompanhado, mas seu estômago deverá estar vazio e você deverá permanecer inativo durante pelo menos 15 minutos após a meditação. A meditação dura uma hora e tem três estágios.

Na próxima edição vamos indicar as três fases da meditação Nadabrahma. Sintonize!
Enquanto isto, você pode relaxar com uma das músicas e vídeos que estão no canto superior deste blog. Aprecie com moderação! São sons especiais do Nepal, da Índia...e todos com harmônicos especiais para relaxamento. Tomara que vocês gostem!

¹ Osho International Foundation. Aprendendo a silenciar a mente: Um caminho para a paz, alegria e criatividade. 3a edição. Rio de Janeiro. Editora Sextante, 2002.

domingo, 11 de julho de 2010

Ouça a "Calm Radio" do Canadá! Vale a pena.

Ouvir - CALMRADIO.COM - SLEEP - Free Stream - Relaxing New Age and Classical music.

Se você gosta de boa música "new age", sintonize a radio canadense "calmradio" pelo site:
http://www.windowsmedia.com/radioui/home.aspx?g=newage&culture=pt-br

Ou visite o site
http://calmradio.com/
para conhecer um pouco desta rádio que não possui intervalos comerciais.

É gratuito.
Há alguns albuns interessantes de outras rádios. Entre as estações disponíveis, a "calmradio" se destaca por trazer músicas de relaxamento, equilibrantes e de artistas comprometidos com um planeta saudável.
Ouça e relaxe.

Abraços fraternos
Maurici

...